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Blog do Evaristo


Feiras

FEIRAS DE NEGÓCIOS: EM ALTA UM NOVO MODELO DE GESTÃO

ARTIGO: EVARISTO NASCIMENTO


Evaristo
As feiras de negócios continuam sendo uma das mais eficientes ferramentas de marketing para divulgação de marcas, produtos e serviços e com um dos melhores custos/benefícios. São, na verdade, uma economia viva estruturada nos pilares de vendas e de divulgação.

No Brasil, a indústria de feiras atravessou diferentes etapas de desenvolvimento:

Década de 50 - Segmento foi inaugurado em 1958, por Caio de Alcantara Machado, com a Fenit – Feira Nacional da Indústria Têxtil. Nesse mesmo período, foram lançadas a Feira da Mecânica Nacional (MECÂNICA) e a Feira Nacional de Utilidades Domésticas (UD).

Década de 60 – Lançamento de novas feiras, presença dos primeiros visitantes internacionais, importância dos sindicatos da indústria no desenvolvimento do setor.

Década de 70 – Surgem novas promotoras brasileiras e, em consequência, novos eventos. Início da setorização das feiras, segmentos da indústria ganham força e crescem apoiados pelas entidades/sindicatos. Surgimento do Salão do Automóvel.

Década de 80 – “Boom” de crescimento no mercado de feiras influenciou a segmentação dos eventos. Setores crescem e dão origem a outras feiras

Década de 90 – Mercado em franco desenvolvimento, surge o fenômeno “segmentação da segmentação” dos eventos. Gigantes mundiais do setor de feiras travam disputa no mercado. Surge, com elas, novo modelo de negócio, com novas ferramentas de gestão e dinâmica de trabalho.

Década de 2000 – Concorrência acirrada entre as promotoras e entre feiras, aquisições de empresas nacionais por estrangeiras. Problemas de infraestrutura se sobressaem, crescimento de feiras regionais, aumento de custos de participação, estagnação no mercado de feiras.

2015 - Momento de transição e de busca de novos caminhos, de novos modelos de negócios para solucionar esses problemas e impulsionar o crescimento.

Dentro deste cenário nasce um projeto de feiras lideradas pela ABIMAQ, com o lançamento de três eventos para o segmento industrial: Feimec, Expomafe e Plástico Brasil – eventos representativos dos setores de máquinas e equipamentos metal mecânico; máquinas-ferramenta; e indústria do plástico respectivamente. Estes novos produtos visam atender às principais necessidades dos expositores do setor – melhor infraestrutura dos eventos, atendimento “humanizado” e melhores custos/benefícios.

Mas o que o Projeto de Feiras Industriais ABIMAQ traz de novidade para o mercado de feiras? Um formato de negócio que está em alta no Brasil onde as entidades setoriais coordenam as feiras que as representam. Inspirado em modelos diferenciados e bem-sucedidos de gestão, tais como: o da Fimec, setor calçadista, realizada pela Fenac em Novo Hamburgo (RS); da Fimma Brasil, setor de moveleiro, realizada pelo Movergs em Bento Gonçalves (RS); da Agrishow, setor agronegócio, realizada pela Abimaq em Ribeirão Preto (SP); da Apas, setor de supermercadistas, realizada pela Apas; da Fenatran, realizada pela NTC; e da Revestir, realizada pela Anfacer, essas três últimas em São Paulo (SP).

A atual etapa de desenvolvimento do mercado de feiras visa maior proximidade com seus públicos – expositor e visitante – com o objetivo de atender com maior rapidez suas reais necessidades de mercado. Em outras palavras, o estreitar relacionamento, ficar mais próximo, saber atender seus desejos e anseios de forma ágil e dinâmica. A diferenciação volta a ser o RELACIONAMENTO.

O avanço tecnológico, com suas eficientes ferramentas de gestão, acabaram por distanciar os realizadores/organizadores de feiras de seus públicos. Esse novo modelo de negócio em alta neste setor busca resgatar esse vínculo perdido e/ou substituído pela tecnologia do autoatendimento.

Uma volta ao passado em termos de desenvolvimento? Não. É o resgaste do respeito à cultura mercadológica de negócios dos brasileiros e dos latinos de forma geral, onde o contato direto entre as pessoas sempre foi um forte fator de influência na realização de negócios. Com isso, o setor brasileiro de feiras espera retomar uma nova etapa de desenvolvimento.



Evaristo Nascimento: foi diretor das mais importantes feiras de negócios do País e, hoje, é consultor e estrategista nesse mercado, além de proprietário da empresa Nascimento Feiras e Eventos.



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